segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Elementar, meu caro Watson!

O detetive (ou melhor, consultor detetive) mais famoso de todos os tempos me conquistou novamente!
O personagem criado por Sir Arhur Conan Doyle apareceu pela primeira vez no conto Um Estudo em Vermelho publicado na revista Beeton's Christmas Annual em novembro de 1887. Além dos contos criados por Conan Doyle, Sherlock Homes teve suas aventuras narradas por outros autores, além de inúmeras adaptações para o cinema. A última franquia cinematográfica é aquela dirigida por Guy Ritchie com Robert Downey Jr. no papel principal e Jude Law como o fiel e, provavelmente, único amigo de Sherlok, Dr. John Watson. Esses filmes trouxeram uma nova perspectiva do detetive que agradou muita gente  -inclusive eu- (talvez não aos mais tradicionalistas). Mas não é desse Sherlock bagaceiro de Guy Ritchie que quero falar. O assunto é a série Sherlock da BBC que traz o famoso detetive para o nosso século. Por enquanto já foram ao ar 2 temporadas com 3 episódios de 1h30 cada.

O sr. Homes da BBC possui a alma genuinamente inglesa que faltava a franquia de filme de Ritchie. O sotaque original (adoro sotaques, ok?), as pitadas de humor tipicamente inglês, o roteiro conciso e as atuações brilhantes me fizeram amar essa série! Nessa versão, além do método científico e a lógica dedutiva, Homes utiliza a tecnologia para resolver os crimes (salve o Google, a internet e o smartphone!).

As histórias são inspiradas nos escritos de Conan Doyle, mas não espere que seja tudo igualzinho. Em geral, os roteiristas utilizam várias características dos casos originais para montar sua trama. Lembrando que os casos eram narrados por Watson em pequenos romances majoritariamente independentes e , para vingar na tv, a série precisa ter um enredo de fundo bem estruturado.
O Sherlock Homes interpretado por Benedict Cumberbatch é frio, arrogante, insensível, moderno, mimado e genial. Tudo o que esperamos! A entonação (perfeita *.*) da voz de Cumberbatch é uma das qualidades que confere verossimilhança ao personagem além do seu tipo físico bem parecido com as descrições de Conan Doyle. Já o Dr. Watson é interpretado, também brilhantemente, por Martin Freeman. O caro amigo fiel de Holmes ganhou uma personalidade própria e é responsável por alguns momentos de humor desconcertante (para ele, é claro) na série. Apesar dessa dupla ter me viciado em suas aventuras, o prêmio de atuação-show é de Andrew Scott como um Jim Moriarty altamente psicótico.
Se vocês tiverem a oportunidade de vê-los, não percam! Enquanto isso, fico por aqui esperando ansiosamente pela terceira temporada.
E aí, vale uma visitinha na Baker Street 221B?
PS. Essas fotos são de divulgação ou screenshots ok?!

2 comentários:

  1. Passei, vi, li e gostei... Adorei esse blog. Parabens!
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